quarta-feira, 6 de junho de 2012

Confábula!

Percebo que as cores que enxergo, são reflexo de minhas próprias ondas. Assim abro meus olhos. E este arco-íris, meu por mérito e anseio, irá para a cristaleira, junto de tudo que mimo e tenho apreço. Só exijo não ser tratada como cega, pois sou palatavelmente radioativa! Ainda assim, completamente transparente, que de tão previsível me torno insólita.


                                                                                                  Antony Gormley

Espinhos por toda parte, mas isto é arte. De perceber e prescrever. Tão alvo e obvio, e sem importância, onde poucos se importam. Muda o cenário, e persiste. Pois teve a incumbência de ser e irradiar, até o fim do túnel.